sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Comprar ou consertar? O que fazer?

Olá, pessoal!

Entre as inúmeras decisões de compra que precisamos tomar todos os dias, podem surgir decisões do tipo "comprar novo ou consertar o velho?", então surge a dúvida sobre até que ponto vale mesmo a pena consertar o produto antigo. Dizem que no Japão a população é tão abastada, que nunca consertam seus produtos, simplesmente jogam fora e compram novo. Eu não sei se isto é verdade, apenas sei que no Brasil não somos tão ricos assim e que em algumas situações, consertar ainda é a melhor alternativa.

Entretanto, esta não é uma decisão unicamente financeira. Para alguns prevalece a lógica de que os produtos antigos eram fabricados para durar bastante tempo, diferentemente dos atuais, o que justificaria pagar para consertar, mesmo por um valor superior ao de um produto similar novo. Para outras pessoas, sempre é melhor comprar um produto novo do que pagar pelos consertos, mas como devemos proceder?

Os especialistas em defesa do consumidor defendem uma avaliação simples de fazer, como forma de decidir entre consertar um produto quebrado e comprar um produto similar novo. Basta verificar se o preço do conserto é inferior a 60% do valor de um produto novo de similar qualidade. Se for, o melhor a fazer seria consertar, do contrário, sendo igual ou superior, comprar um novo será a melhor alternativa. Para saber mais a respeito, clique aqui.

Vale a pena ressaltar que esta conta se refere a produtos fora dos prazos de garantia, evidentemente.

Até a próxima, pessoal!

2 comentários:

  1. Além do fator preço do conserto X preço do produto novo, existem também outros fatores de importância, que eu chamaria de "custo de oportunidade". Por exemplo, tenho um notebook que havia dado defeito na tela. Levei a uma assistência técnica e o atendente condenou a tela. Teria que pagar o preço de um notebook novo. Entretanto, havia observado que a tela voltava ao normal em alguns momentos, portanto a tela não podia estar condenada. Após pesquisar na Internet, resolvi abrir o note e, após uma intervenção mínima, a tela voltou a funcionar permanentemente. Contudo, o teclado passou a dar problema. Levei a outra assistência e a troca do teclado custou R$ 230 com a mão de obra. Um notebook novo similar custa hoje em média R$ 1 mil. Mas meu esforço em consertá-lo se deve ao fato de muitos arquivos e textos estarem no equipamento, além da qualidade de hardware do mesmo, ainda que um tanto obsoleto.
    Outro exemplo foi o retrovisor do meu carro, que quebrou em uma batida. Por ser importado e no momento estar muito longe de uma concessionária, além de ter apenas trincado o espelho, estando a moldura e a base intactas, retirei a base e levei a um vidraceiro. Total da despesa: R$ 6,00!!! Se levasse à concessionária, teria que pagar uma fortuna por um retrovisor novo.

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  2. Situações como essas é que nos mostram a necessidade de refletir antes de tomar esse tipo de decisão.

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