quarta-feira, 29 de junho de 2011

Os oráculos da bolsa

Olá, pessoal! Tudo bem com vocês?

Hoje vamos continuar falando de bolsa de valores, que insisto, é um excelente caminho para que alcancemos a nossa independência financeira. O que chamou minha atenção desta vez, foi este texto (clique aqui), falando que a rede social Twitter pode prever o movimento da bolsa. Você agora deve estar pensando algo assim: "Peraí! O Twitter pode prever o movimento da bolsa? Manda ele me dar os 6 números da próxima Mega Sena!" E é o que eu também penso disso.

A verdade é que, a maioria das pessoas encara a bolsa de valores assim como encara loterias e cassinos: como um jogo de sorte e azar, o que não corresponde à realidade do mercado de ações, que por sua vez também está distante de ser algo absolutamente exato. E diante disto, as pessoas do século XXI muitas vezes tem uma atitude típica de civilizações antigas, que é a de recorrer aos oráculos, ou seja, pessoas e lugares que teriam a capacidade de se conectar com deuses, distribuindo sabedoria e previsões. Assim, o Twitter acabou virando mais um oráculo, ainda que a reportagem apresente elementos que demonstram haver um nível de correlação entre as informações obtidas pelo Twitter e a movimentação da bolsa.

Pessoal, ninguém precisa de oráculo para vencer na bolsa. Precisamos sim de boas estratégias e informação (inclusive a que vem do Twitter dos especialistas), conhecimento sobre análise gráfica e análise fundamentalista, além de entender sobre as ações em que vamos investir. Com isto, vamos ganhar sempre? Claro que não, mas vamos ganhar na maioria das vezes e acredito que será suficiente.

Até a próxima e um forte abraço!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Mercado de ações: a cultura do país também interfere

Olá, Caros Leitores,

Outro dia, durante uma conversa com Nelson Costa, que é meu colega na Superintendência Estadual da Bahia do BNB, recebi a sugestão (e agradeço) de escrever sobre o momento de baixa do mercado de ações brasileiro e como o investidor está se comportando a respeito.

Neste ano de 2011, ao contrário (ao menos até agora) do que os especialistas previam, o índice IBOVESPA acumula baixa ou perdas. Desta maneira, o que deveria ser  feito pelos investidores? (lembrando que a diferença entre investidores e especuladores é que estes buscam ganhos de curto prazo)Existe um consenso a respeito de que em momentos de baixa, a hora é de investir, ou seja, é "compre na baixa e venda na alta", o que parece óbvio, mas pelo visto, apenas parece...

A situação do IBOVESPA é de baixa, então, há mais vendedores do que compradores de ações, o que vai contra o princípio citado acima. De onde vem esse movimento contrário ao que seria o "óbvio"? Vem do lado psicológico do investidor, o chamado "efeito manada" em que um ou alguns investidores iniciam um movimento (compra ou venda) e os demais seguem meio que sem saber porque. E já falamos neste blog sobre o lado psicológico (clique aqui) e (clique aqui).

Mas há algo mais, há a questão cultural de cada país, e no Brasil as pessoas tem o imediatismo como característica, o planejamento não é exatamente uma "mania" e quando essa tendência imediatista se junta ao momento de baixa, a tendência é a acentuação desta baixa, isto é: vendendo na baixa e indo na contramão do que diz Warren Buffett, uma referência no mercado de ações: "Regra nº1: não perca dinheiro; regra nº2: não esqueça a regra nº1". No nosso caso, vale a pena lembrar que também há muito capital estrangeiro especualtivo envolvido.

Portanto, reforçamos mais uma vez a necessidade de planejar e de investir em ações para LONGO PRAZO, a fim de evitar decisões precipitadas a qualquer oscilação que acontece normalmente, ainda mais em mercados de ações ainda não tão consolidados, como o brasileiro.

Abraços a todos e até mais!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A importância das novas regras dos cartões de crédito.

Olá, pessoal!

O Banco Central adotou uma medida que contribuirá significativamente para que os brasileiros melhorem sua educação financeira e é uma medida prática: trata-se das novas regras dos cartões de crédito. Sabe-se que o cartão de crédito é um instrumento de grande valia, nos permitindo fazer compras sem usar dinheiro vivo e antecipando recursos que não temos naquele exato momento, mas o outro lado da moeda, para quem não tem controle, vem sob a forma de endividamento crônico, nome sujo na praça e poder aquisitivo severamente prejudicado.

Então, vamos ver quais são as novas regras e entender como elas ajudam o consumidor na sua educação financeira:

- As mais de 80 tarifas que podiam ser cobradas, limitam-se agora a 5 (anuidade, emissão de segunda via, saque, pagamento de contas no cartão e avaliação emergencial de limite de crédito): o bom desta regra é que saberemos com mais facilidade o motivo da cobrança da tarifa e poderemos controlar melhor as despesas com tarifas;

- O valor mínimo para pagamento das faturas passou de 10% para 15% e em 01/12/2011 passará para 20%: é uma regra que estimula o controle das despesas e contribui para diminuir os refinanciamentos, com juros muito elevados;

- O não pagamento do percentual mínimo será considerado operação de crédito: mais uma medida que visa estimular o pagamento correto das faturas, que é pelo valor total;

- As empresas continuam proibidas de enviar cartões sem o pedido do consumidor: esta regra visa evitar que pessoas sem condição sejam impelidas a consumir desvairadamente, resultando em inadimplência e prejuízos ao sistema de crédito do pais.

- As empresas serão obrigadas a oferecerum cartão básico, exclusivo para pagamentos e sua anuidade tem de ser menor do que os cartões com programas de benefícios, como os de milhagem.

Portanto, quem vai adquirir cartões de crédito a partir de agora, precisa observar as novas regras e se ajustar a elas, para que não se torne inadimplente e possa fazer do crédito uma benção em sua vida. Para os cartões adquiridos antes de 01/06/2011, as regras entram em vigor em 01/06/2012.

Abraços a todos!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Diversificação: fazer ou não fazer?

E aí, pessoal? Tudo bem com vocês?

Hoje vamos falar de algo que divide opiniões quando o assunto é investimentos: trata-se da possibilidade da diversificação. Mas afinal, o que é diversificar os investimentos? E quais são as opiniões que existem a respeito disso?

Vamos por partes: diversificar os investimentos é o ato de tentar minimizar os riscos, aplicando seu dinheiro em mais de um ativo. Por exemplo: aplicar 50% dos seus recursos em poupança e 50% em fundos de investimento em ações.

Quanto às opiniões, há quem defenda a diversificação, com o argumento de que um mau momento em um dos ativos não significará necessariamente que toda a carteira (conjunto) de investimentos seja comprometido. Por outro lado, há quem seja crítico feroz, argumentando que se a diversificação evita a concentração de riscos (e de perdas quando acontecem), não permite que os ganhos sejam plenamente aproveitados.

Quem pensa assim, como Robert Kiyosaki, acha que os riscos são inerentes a quem não conhece direito os ativos em que investe, ou como ele diz no seu livro, "Pai Rico, Pai Pobre": "Investir não é arriscado. Arriscado é o investidor", ou ainda "Só invista naquilo que você entende". E se você quer mais opiniões (clique aqui), para ver quem defende a diversificação ainda mostrar em qual momento de sua trajetória ela deve ser feita.

Eu vou apenas completar, dizendo que caso você opte pela diversificação, escolha ativos que tenham correlação negativa entre si (saiba mais), ou seja, a queda de um significa ganho do outro, por exemplo: dólar e ações. Caso você não queria diversificar, invista (antes de adquirir) em informações sobre o ativo que vai concentrar todo o seu investimento.

Até a próxima, meus amigos!

domingo, 5 de junho de 2011

O que é independência financeira?

Oi, Caros Leitores,

Nós já falamos em outros posts deste blog sobre o que é necessário, ou pode de fato ajudar a alcançar a independência financeira. Falamos em caminhos e alternativas rumo à independência financeira, mas o que define a independência financeira efetivamente?

Vamos entender esse conceito um pouco mais. Entendo que você, eu e qualquer um de nós terá alcançado a independência financeira, pura e simplesmente quando conseguirmos arcar com nossas despesas, ou seja, manter e/ou aumentar nosso padrão de vida, sem depender de um emprego. Isto significa que nesta situação, disporemos de meios suficientes, seja de aplicações financeiras, seja de outros ativos como propriedade de empresas, etc...

E como vamos saber quando alcançamos esta situação? No livro que o Adriano Duarte (que também é autor deste blog) e eu estamos querendo publicar (estamos precisando de editora, hein?) abordamos este ponto, que é simples de entender e pode ser calculado assim:

Despesa Mensal / Rentabilidade a ser obtida mensalmente = Valor que garante sua independência financeira

 - Despesa mensal: é o quanto a família gasta em média, incluindo o valor poupado ou economizado;
-  Rentabilidade a ser obtida mensalmente: é a rentabilidade que você entende que poderá obter em uma aplicação financeira. 

Exemplo: uma família já possui R$ 150.000,00 aplicados em fundos de investimento, com uma despesa mensal de R$ 2.500,00 e entende que poderá obter 0,9% ao mês (em outro fundo de investimento). Qual será o valor que garante a independência financeira desta família?

Resposta: 2.500,00 / 0,9% => 2.500,00 / (0,9/100) => 2.500,00 / 0,009 => R$ 277.777,78 (este é o valor da independência financeira desta família, considerando 0,9% mensais de rentabilidade)

A isto, chamamos de cálculo de perpetuidade, que óbvio, precisa ser revisto de vez em quando (sugiro mensalmente), já que existe uma coisa chamada inflação, que diminui o poder aquisitivo da moeda e nos exige uma rentabilidade maior que ela.

É assim que podemos medir se estamos perto ou não da nossa independência financeira. Escreva para nós: enriquecimentototal@hotmail.com ou deixe um comentário aqui no blog mesmo.

Até a próxima, pessoal!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Redes Sociais: um caminho para a independência financeira

Olá, Caros Amigos!

Em outro artigo nosso (clique aqui), falamos sobre a necessidade de explorar seus talentos como novas possibilidades de ganhar dinheiro, e principalmente de realização pessoal. Neste mundo de hoje, um dos seus talentos pode estar relacionado à CONECTIVIDADE, que é a palavra de ordem do momento, e lógico, traz consigo possibilidades reais de ganhos financeiros, assim como é proposto em um artigo do Blog do E-Commerce (clique aqui).

A proposta aqui é a de ganhar dinheiro a partir das redes sociais, que já são muito mais do que apenas meros veículos de comunicação privada, são veículos de comunicação de massa, em que qualquer um, que tenha capacidade de conquistar o público, vai se tornar um formador de opinião e que consequentemente vai atrair patrocinadores e parceiros, gerando assim os ganhos financeiros que todos desejamos.

O princípio para isto é relativamente simples e se aplica a qualquer forma de empreendedorismo:

1 - É importante conhecer profundamente o que estamos nos propondo a fazer;
2 - É preciso oferecer algo com valor facilmente percpetível;
3 - É preciso pensar estrategicamente;
4 - É preciso fazer aquilo que nos satisfaz.

A partir daí, meus amigos, ganhar dinheiro vai ser, ao menos teoricamente, uma doce consequência desse trabalho.

Até a próxima, pessoal!