sexta-feira, 27 de maio de 2011

Gastador ou Pão-Duro? Quem você é?

Olá, Caros Leitores!

Hoje vamos conversar sobre um aspecto que influencia decisivamente na administração do orçamento doméstico: o perfil de consumo. Costumamos definir o comportamento financeiro das pessoas a partir de perfis. Todos já ouvimos falar coisas como: "Fulano é pão-duro. Passa aperto só para não gastar" ou "Cicrano é um gastador, não fica um centavo na mão dele".

Na verdade, são poucas as pessoas que apresentam comportamentos imutáveis, que possam ser classificados de alguma maneira. Na minha modesta opinião, inclusive, as pessoas que apresentam esses comportamentos sofrem de oniomania (clique aqui) ou de outras formas de comportamento inadequadas, pela incapacidade de ajustar suas finanças e de controlar seus impulsos.

O que vejo na maioria das pessoas que conheço, ao menos em princípio, é que possuem a capacidade de compreender quando podem gastar mais e quando precisam gastar menos, ou seja, elas não são nem "pão-duras", nem "gastadoras". Estes "estados" não são definitivos, são transitórios e ajustados à cada situação.

Um bom exemplo disto está nesta reportagem do Infomoney (clique aqui), que mostra como as mulheres naturalmente modificam suas prioridades de consumo a partir da maternidade e mais, influenciam seus filhos a partir disto.  

Até a próxima e um abraço a todos!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Controle a irracionalidade e comece a ganhar dinheiro!

Boa noite, Caros!

Hoje vamos voltar à questão da importância da racionalidade em relação às finanças, mais precisamente, em relação a investimentos em bolsa. Conforme já vimos antes, o comportamento humano não é totalmente racional, e essa parcela de irracionalidade é que nos leva a ter atitudes e pensamentos inadequados à nossa proposta de independência financeira. Mas de onde vem tudo isso?

Existe um ramo da economia chamado Economia Comportamental, e este artigo (clique aqui) fala sobre isso, e mais, dá exemplos claros e bem fundamentados de como os mecanismos de irracionalidade agem sobre decisões que deveriam ser exclusivamente racionais.

Entretanto, são citadas também maneiras de administrar essa irracionalidade, diminuindo seu poder sobre a capacidade decisória das pessoas, e é impressionante como poderíamos dizer que até certo ponto é simples conter nossos impulsos mais irracionais em termos de finanças. A arma mais importante, para mim, ainda é o PLANEJAMENTO. Essa palavra é fundamental como antídoto para coisas como: mudar a carteira de investimentos a cada impulso válido ou não e para as compras indiscriminadas, sejam de ações, sejam de quaisquer produtos.

Enfim, novamente ressaltamos a importância de controlar a irracionalidade por que esse é um ponto chave para que a independência financeira comece a acontecer.

Até a próxima,

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Avaliando custos e escolhendo bem

Caros Leitores,

Uma das capacidades que precisamos desenvolver para que a nossa evolução financeira seja mais rápida, é a de aprimorar nosso orçamento através de boas escolhas de como usar os recursos que temos disponíveis. Para tanto, é preciso estar disponível para assumir novas posturas e novas idéias, desapegando-se do que não nos serve mais como informação para nossas decisões.

Nas grandes cidades brasileiras, a qualidade precária do transporte público nos leva a uma conclusão: temos que ter nossos próprios carros, como forma de nos deslocar com mais conforto, mais segurança e em maior velocidade, o que de fato é real. Entretanto, precisamos analisar o aspecto financeiro deste tipo de decisão e é o que propomos aqui, a partir de uma reportagem da Folha de São Paulo (clique aqui).

Na reportagem, após algumas contas, chega-se à conclusão de que para quem se desloca em pequenas distâncias, FINANCEIRAMENTE, é mais compensador andar de táxi do que ter um carro. A base desse raciocínio é de que um carro requer gastos com manutenção, estacionamentos e impostos, além da própria depreciação. Além disto, a diferença que surja do fato de usar táxis pode ser aplicada e ao fim de um certo tempo pode custear algumas corridas.

Este é só um exemplo de como podemos ser financeiramente eficientes, sem agirmos como sovinas. Aproveite e pense sobre outras despesas que poderiam ser substituídas por alternativas mais baratas. Você só terá a ganhar.

Abraços a todos e até a próxima!

sábado, 14 de maio de 2011

A importância dos objetivos para a independência financeira

Olá, amigos!

O processo de evolução financeira requer a definição de objetivos claros e específicos, começando por objetivos mais simples e que deverão ser alcançados em prazos mais curtos, evoluindo para objetivos mais complexos no longo prazo.

Esta é a lógica tanto para iniciar o processo de acúmulo financeiro, ou seja, para a expansão dos recursos, quanto para a manutenção dessa mesma riqueza. Um bom exemplo disto, está neste artigo (clique aqui), sobre as ambições do empresário brasileiro Eike Batista.

Vendo o artigo, identificamos que há um objetivo de longo prazo, bastante claro: ser o homem mais rico do mundo. Além disto, há a determinação para tal: "Não sei se vou passá-lo pela direita ou pela esquerda, mas vou passar". E por fim, mais que as palavras, há o empenho dele, quando adota uma prática de diversificação dos investimentos, e há estratégia também, com altos riscos (que às vezes, precisam ser assumidos), já que boa parte dos investimentos do Eike ainda são em prospecções de minerais, ou seja, promessas.

Este então, é um excelente exemplo a ser seguido. Não que nós todos tenhamos que aspirar ser o homem ou mulher mais rico ou rica do mundo, mas todos temos que ter objetivos, pois só assim, evoluiremos de fato, em qualquer área da vida. E na educação financeira, o aspecto comportamental (atitudes e palavras) pesa tanto quanto o aspecto financeiro (investimentos e orçamentos).

Abraços a todos e até a próxima,

sábado, 7 de maio de 2011

Mercado de ações: praticar para ganhar!!!!

Olá, caros leitores!

Uma dúvida muito comum entre os que querem começar a investir em ações e tem receio, é exatamente sobre como começar, a perspectiva de que decisões equivocadas logo no começo das operações tragam perdas. Ter essa preocupação é muito bom, afinal, é como diz Warren Buffett, o megainvestidor em ações: "Regra nº 1: Não perca dinheiro. Regra nº2: Não esqueça a regra nº 1".

O mercado de ações, como já foi dito em outro artigo deste nosso blog (clique aqui), é cercado de mitos e apesar de aparentemente racional, o elemento psicológico também está envolvido e precisa ser treinado, para que não prejudique suas operações, como também já conversamos em outra oportunidade (clique aqui).

Então, a idéia para começar a entender na prática como funciona o mercado de ações é utilizar simuladores. Muitos profisisonais os utilizam: pilotos de avião, automobilistas, policiais, etc... O objetivo é estar preparado da melhor forma possível para quando a situação real chegar. Mas e em relação a mercado de ações, onde estão os simuladores? Estão na própria internet, usam dados reais e são gratuitos!

Lista de simuladores de mercado de ações:



Agora é mãos à obra e começar a se preparar para ganhar!

Feliz Dia das Mães e até a próxima!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Brasil: Educação financeira X consumismo. Quem vai vencer?

Amigos,

Estava lendo uma reportagem, apresentando um estudo da Fecomercio-RJ, com resultados preocupantes: os brasileiros estão poupando cada vez menos (clique aqui). O fato é, como já haavia dito, preocupante por algumas razões, a saber:

- Este fato evidencia que apesar dos esforços das empresas e consultores especializados, a educação financeira continua sendo privilégio de poucos;

- Apesar das mudanças positivas experimentadas pela economia brasileira desde 1994, que aumentaram o nível de renda das famílias, o ato de poupar ainda está fora dos planos das pessoas, ou seja, não há interesse;

- O que fica claro é que os apelos consumistas ainda tem uma influência muito maior sobre as pessoas do que a necessidade de equilíbrio, de planejamento e de investimento;

- Além de tudo, como os volumes poupados continuam muito baixos, a economia brasileira dispõe de poucos recursos para financiar projetos e investimentos das empresas, aumentando a taxa de juros, o que também prejudica exatamente a capacidade de consumir das pessoas.

A luta para que a educação financeira seja um aspecto que faça parte das decisões das famílias, está apenas no começo e muito precisa ser feito para que todos se conscientizem que poupar e investir não são coisas importantes apenas para si, mas também para o desenvolvimento econômico do país, ou seja, para o bem comum, que mais à frente, serve aos interesses individuais.

Abraços a todos e até a próxima, 

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Investimento: informação é fundamental

Caros Leitores,

As oportunidades de aprimorarmos nossos investimentos estão por aí, espalhadas, e até certo ponto de fácil percepção. Hoje vi a notícia de que a BMF&Bovespa, a principal bolsa de valores do Brasil, está lançando mais um índice de avaliação do desempenho das ações negociadas: é o Índice Dividendos.

Vocês podem se perguntar: "Mas e daí? Como isso me ajuda a investir melhor?" Ajuda, na medida em que muitos investidores estabelecem estratégias de escolha de ações que buscam exatamente isto, as ações que pagam os maiores dividendos frente a seu valor, o chamado dividend yield. Eis aí, gratuitamente, uma informação que pode significar a diferença entre o êxito ou o fracasso de sua estratégia de alcance da independência financeira.

Assim como temos esta informação, outras também estão disponíveis no mesmo site (clique aqui) e vocês poderão conhecer muito mais sobre o mercado de ações e também de Educação Financeira, algo em que a Bovespa sabiamente investe e que ajudará, e muito, a aumentar os volumes de negócios com ações e outros ativos relacionados.

Abraços a todos e até a próxima,