Hoje vamos conversar sobre previdência complementar, que é um assunto bastante debatido, e até certo ponto é polêmico também. Há aqueles que a defendem como a melhor alternativa de investimentos (principalmente quem vende esse produto) e há os que não vêem vantagem ou vêem muito pouca vantagem em aplicar seu dinheiro na previdência.
Em relação à previdência, fico com a opinião de que é mais uma modalidade de investimentos, que tem suas vantagens, sendo a principal delas a possibilidade de dedução na declaração do imposto de renda, o que é realmente muito importante para as nossas finanças. E não para por aí: tem também o fato de servir para complementar (como o próprio nome diz) o ridículo valor pago pela previdência oficial, o INSS.
Entretanto, como diz Robert Kiyosaki: "só invista naquilo em que você entende". Desta maneira, fica claro que é preciso também compreender alguns aspectos da previdência complementar:
1 - É um investimento de longo prazo, que visa não uma super rentabilidade, mas sim uma rentabilidade que assegure uma aposentadoria digna, e portanto, assume poucos riscos.
2 - A melhor forma de investir é em previdências que sejam realizadas em parceria com seu empregador, que normalmente costumam contribuir, com R$ 1,00 para cada R$ 1,00 investido pelo trabalhador, ou seja, 100% de rentabilidade inicialmente.
3 - Ao aderir a uma previdência privada, duas decisões precisam ser tomadas, a primeira é se o regime de tributação será progressivo ou regressivo (clique aqui para saber mais) e a segunda, é se o plano será PGBL ou VGBL (clique aqui para saber mais).
Aproveito também para recomendar a leitura deste artigo sobre previdência, de artigo Gustavo Cerbasi para Exame (clique aqui).
Abraços a todos e até mais!
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